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A relação entre o corpo e a resiliência, por Diana Vilas Boas

Alô meninas! Como estão vocês queridas Cats?
Vamos falar hoje sobre a relação entre o nosso corpo e a resiliência, o que acontece quando enfrentamos situações de alto estresse?
Para entender melhor esses mecanismos que ocorrem em nosso corpo, precisamos analisar e entender as diferentes reações que
acontecem em nosso organismo nas diversas situações do dia a dia.
Como reagimos em momentos de conflitos, medo e ansiedade? Ou em momentos de alegria e felicidade?
Conhecer essas reações de nosso corpo nos ajuda a entender e enfrentar melhor as adversidades e principalmente desenvolver formas de equilibrar nossas reações para ter comportamentos mais resilientes.
Podemos ter várias reações, desde as mais brandas até as mais fortes, como, aceleração no coração, dores no estomago, suar frio, tremor nas mãos e nas pernas e até dores de cabeça…
O que acontece é que somos tomados por crenças e pensamentos desequilibrados, medos descabidos, irreais, e ansiedade, que acabam por desregular nosso sistema nervoso e muscular e influenciar até mesmo os movimentos mais finos. Crenças! Sempre as crenças influenciando nossas reações e
comportamentos diante das situações que enfrentamos, quer sejam boas ou más.
Então, é possível compreender que as crenças que construímos e cultivamos ao longo da vida, relacionadas com a leitura que fazemos do nosso corpo no exato momento da adversidade estão relacionadas à intensidade e direção de impulsos nervosos que acontecem em nosso corpo.
Em situações adversas de desconforto e estresse, quanto maior for o desequilíbrio entre as crenças e o posicionamento do corpo, mais visível se torna o comprometimento muscular e a rigidez diante das diferentes situações e desafios. Assim, quanto mais harmonia houver entre os pensamentos, crenças, e as reações que acontecem em nosso corpo, maior será a possibilidade de manter a resiliência e o equilíbrio que é saudável entre as nossas reações físicas e a expressão da mente.
Podemos intensificar essas crenças e nos tornarmos intolerantes e agressivos, ou ignorar e nos tornarmos passivos. O importante é achar o ponto de equilíbrio, é preciso ter ações que garantam coerência entre o estado emocional e a postura corporal, observar o corpo, respeitar os limites, mas também trabalhar as crenças de modo que nossas reações se mantenham equilibradas e nos possibilite fortalecer a nossa
resiliência. Só assim seremos capazes de encontrar novos caminhos e possibilidades.
Pode não ser fácil, mas é questão de treino e persistência.
Estarei à disposição para conversarmos sobre resiliência e formas de enfrentar as adversidades, todas as quartas feiras, no “Plantão IQ&B”, das 14,00 às 17,00hs.
Podem agendar com a Priscila.
Grande abraço, fiquem bem.

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